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100 anos de arte portuguesa

O Museu Calouste Gulbenkian juntou-se ao Amoreiras Shopping Center e convidou os amantes de arte a apreciar algumas das obras da Coleção Moderna, constituída por mais de 11 mil peças e considerada a mais importante coleção de arte portuguesa do século XX.



Entre os dias 27 de setembro e 20 de outubro de 2019, os visitantes embarcaram numa viagem no tempo e (re)visitaram algumas das mais importantes obras da arte portuguesa do último século, de artistas de renome internacional como Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Paula Rego ou Jorge Molder.

Foi possível encontrar reproduções das obras destes artistas na área da escadaria central e do átrio central do Amoreiras Shopping Center e, no acesso ao Amoreiras 360.º Panoramic View, esteve exposta a reprodução de Lisboa, obra de Carlos Botelho, datada de 1969.

ARTE EM DISCUSSÃO

No total, esta mostra contou com seis módulos, com a reprodução de 11 obras de artistas portugueses de renome internacional e contou ainda com quatro visitas guiadas. No final destas visitas guiadas, os participantes puderam visitar o miradouro Amoreiras 360º Panoramic View de forma gratuita.

  • 28 de setembro, às 15h (com Patrícia Rosas, curadora da mostra)

  • 5 de outubro, às 15h

  • 12 de outubro, às 15h

  • 19 de outubro, às 15h


Não foi necessária inscrição prévia para participar nas visitas guiadas, bastando dirigir-se ao Balcão de Informações perto da hora da visita. As participações foram aceites por ordem de chegada e estiveram limitadas a 25 pessoas por visita.

DE 1917 A 2018 – UMA VIAGEM PELA ARTE EM PORTUGAL

Esta viagem pela arte lusófona reflete o caráter dinâmico da Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, com novas aquisições, obras inéditas e obras-primas de artistas como Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Paula Rego ou Jorge Molder.

A presença da figura humana, a ação e o movimento do corpo como força que emerge da cultura e da desenvoltura da prática artística dos séculos XX e XXI estão patentes nestas obras, todas datadas entre os anos 1917 e 2018.

Esta viagem artística começa com as obras de Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros, protagonistas da modernidade e do experimentalismo vanguardista em Portugal.

Saltamos de 1936 para 1964, para revisitar as obras de artistas como Maria Helena Vieira da Silva, António Palolo e Jorge Vieira. As décadas de 70, 80 e 90 são passadas em revista com as obras de Ana Hatherly, Leonel Moura e Paula Rego, e damos o salto para o século XXI com as obras de Jorge Molder, Grada Kilomba e Pedro Cabrita Reis.